Mostrando postagens com marcador Gestão à Portuguesa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gestão à Portuguesa. Mostrar todas as postagens

3 de jan. de 2009

Têxtil a arder

É curioso que quando é evidente que bancos praticaram actos de legalidade duvidosa para ganhar dinheiro, logo se mobiliza o Estado para os ajudar, para evitar a crise do sistema e mais não sei quê. Mas quando esses mesmos bancos estrangulam outros sectores de actividade - actividade produtiva - sem terem a menor preocupação com as crises de sistema ou de sector - mesmo que seja um sector que está em fase de modernização -, não se pensa que o mal é dos bancos, nem se mobiliza o Estado para o ajudar: logo se pensa que o mal é do sector.

Qual será a dedução lógica da situação para os empresários desse sector? Praticar actos de legalidade duvidosa e tentar entrar para o capital de bancos.

21 de nov. de 2008

Mais valia ter estourado tudo em mulheres e carros

América Areal ganhou o totoloto com a venda da Asa e então decidiu cumprir um sonho de criança: abriu a maior livraria do país (chuift...sgrunft :¨/). Como os outros estouvados que ganham o totoloto, Areal quis tudo em grande. Não foi um Ferrari nem uma casa em Cascais, mas uma livraria. A maior, claro. Que agora faliu. Se calhar teria sido preferível comprar uma casa no Algarve e um Ferrari, ou então gastar o dinheiro todo em prostíbulos. Pelo menos assim seria só ele a sofrer as consequências dos seus erros e não os colaboradores que contratou e as suas famílias. E estaria decerto mais satisfeito.