10 de mar. de 2009
Suicidal Tendencies
Uma única solução ouvida em 30 minutos: Tornar o regime presidencialista.
7 de fev. de 2009
6 de fev. de 2009
Tinha de ser em Samora Correia, entre Paio Pires, a Coina e a Moita
Mas o homem não compreende. Ou finge não compreender. Diz que não foi ele a fazer o turno da noite. Balbucia, com evidente nervosismo, que o banco pode ter-se enganado.
Paulo Moura, no Público, conta uma história. Apenas e sobretudo. Assustadora.
4 de fev. de 2009
Conspiração possível
Pub a la carte
Bad bank
Trocar "boys" por "bank" neste clássico dos Inner Circle.
16 de jan. de 2009
Depois do cão e do fotógrafo
Um post à militantezinhos que têm a mania que têm piada (e que, às vezes, de facto, têm)
15 de jan. de 2009
Olha quem fala, também
Caro Director do BPN,
Justiceiro
A lei e tal
Ainda lá: "‘em lado nenhum do mundo os poderosos são condenados. Em que mundo pensava eu que vivia?’"
Comentam, comentam e eu não os vejo a fazer nada
Beeing Marcelo Rebelo de Sousa
Faz.
E o que é que vai investigar?
Nada.
Então mais valia não existir?
Não.
Acha que vale a pena?
Sim.
Para quê?
Para nada.
Acha que isso faz sentido?
Sim.
Mas quais serão os resultados dessa comissão de inquérito?
Nenhum.
Mesmo assim acha que deveria haver?
Sim.
13 de jan. de 2009
Ouvido de Justiceiro
(conferência de imprensa de Paulo Bento)
Classificados
Oliveira e Costa foi autorizado pelo juiz a não falar. Ele próprio não quereria falar e se calhar alguns dos deputados que estavam na comissão de inquérito percebiam a agradeciam o silêncio e as suas razões. O banqueiro que poderá estar por detrás de uma das mais desastrosas gestões do erário dos seus accionistas, clientes e contribuintes pode ficar calado para não prejudicar a investigação do poder judicial (ou é o que presumo do que escreveu o juiz) mas, ao mesmo tempo, prejudicar a investigação do parlamento, do poder político e legislativo. O responsável directo ou distante, conforme as opiniões, pela injecção - num banco - de milhões de euros do contribuinte teve autorização para ficar calado. Estou aqui a conter-me o mais que posso para que a dignidade desta sociedade não seja posta em causa, acredito que todas as palavras feias que eu possa dizer estão na cabeça de todos os contribuintes que lêem estas linhas. Apenas fica uma pergunta, que caralho sabe o senhor Oliveira e Costa que não possa dizer aos deputados da Nação numa reunião que, recordo, foi à porta fechada? Um segredo de Estado? Iria revelar o nome de espiões? Iria indicar os locais onde os terroristas podem atacar? Iria... Os segredos de Estado são pior guardados que os segredos de uma pessoa que, apontam os indícios conhecidos, cometeu crimes? Eu não preciso de vociferar contra isto, acredito que estejam a pensar precisamente nos palavrões que me vieram à cabeça.
Links: I e II
8 de jan. de 2009
É da febre?
5 de jan. de 2009
Auto-crítica
Over the last 20 years American financial institutions have taken on more and more risk, with the blessing of regulators, with hardly a word from the rating agencies, which, incidentally, are paid by the issuers of the bonds they rate. Seldom if ever did Moody’s or Standard & Poor’s say, “If you put one more risky asset on your balance sheet, you will face a serious downgrade.”
The American International Group, Fannie Mae, Freddie Mac, General Electric and the municipal bond guarantors Ambac Financial and MBIA all had triple-A ratings. (G.E. still does!) Large investment banks like Lehman and Merrill Lynch all had solid investment grade ratings. It’s almost as if the higher the rating of a financial institution, the more likely it was to contribute to financial catastrophe. But of course all these big financial companies fueled the creation of the credit products that in turn fueled the revenues of Moody’s and Standard & Poor’s.
These oligopolies, which are actually sanctioned by the S.E.C., didn’t merely do their jobs badly. They didn’t simply miss a few calls here and there. In pursuit of their own short-term earnings, they did exactly the opposite of what they were meant to do: rather than expose financial risk they systematically disguised it.
3 de jan. de 2009
Ser mosquito
- Alegre, pá, andam a pagar as cotas dos alegristas em Odivelas, pá, é para nos calar, pá!
- "É muito difícil ser Manuel Alegre", pá.
- Presidente, pá, querem forçar-me a concorrer, pá, até o Alegre se cortou, pá...
- É preciso "coragem" para ser candidato nestas eleições, embora tenha sido eu a marcá-las.
Gostava de ser mosquito para ter ouvido as conversas do senhor com os notáveis do PS.
Têxtil a arder
Qual será a dedução lógica da situação para os empresários desse sector? Praticar actos de legalidade duvidosa e tentar entrar para o capital de bancos.