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26 de nov. de 2008

Boas e más noticias (act)

Como não sou guloso mas gosto de ficar agradado no final, primeiro as más:
A OPEP vai reunir dia 29 e o corte na produção de petróleo é já certo. Para mais, a Rússia anunciou que pode tambem cortar a sua produção, em consonância com o cartel. Resultado: petróleo mais caro.
O BCE vai voltar a baixar a taxa de juro, disse Trichet. Resultado: os empréstimos vão continuar a baixar.
O saldo é mesmo assim positivo, principalmente, se as reservas americanas de petróleo subirem (o anúncio é feito hoje à tarde)(confirma-se)

10 de nov. de 2008

Fica o aviso

Nunca acreditei que o petróleo voltasse a negociar abaixo dos 60 dólares. Na semana passada, engoli todas as minhas previsões e vi-o acontecer. Hoje, animado pelo plano Chinês de incentivo à economia, os petróleo seguia com ganhos superiores a 4%. Amanhã não sabemos mas é previsivel que o preço tenha tendência para baixar ou manter-se. Quem não está contente é a OPEP que vê os lucros dos seus associados diminuir com as constantes baixas no preço. Assim, vieram hoje a público avisar que a reunião ordinária de 17 de Dezembro pode ser antecipada e novos cortes podem estar a caminho.

24 de out. de 2008

Para já, mar flat (act)

A OPEP já anunciou o corte de produção de barris diário (I e II), algo que não fazia há quase dois anos. 1 500 000 de barris é muito barril, contudo, não é o suficiente para alarmar os mercados. Isto é em teoria uma boa notícia. A prática, pode no entanto ser bem diferente. A prática diz-nos que os mercados não se alarmaram porque já estavam em alerta vermelho. As fortes expectativas de recessão, nota-se que não têm falado com o nosso Primeiro nem com o Teixeira, traduzidas num abaixamento claro da procura fazem com que este corte não traga resultados visiveis. Assim, o petróleo segue a perder, tanto o WTI como o Brent, perto de 7%. Mas Chakib Khelil, presidente do cartel, deixa o aviso de que só a 90USD, 10 abaixo do que "estimei", será possivel continuar o investimento e suportar a produção. Isto abre portas a um segundo corte. E aí, será dificil que não se traduza em alta das cotações e claro, na nossa carteira.