15 de jan. de 2009
19 de dez. de 2008
Seremos sempre "os maiores"???
16 de dez. de 2008
Teremos petróleo barato depois de amanhã?
12 de dez. de 2008
Mais do que um corte, um acerto
1 de dez. de 2008
É o tempo do "barato"
26 de nov. de 2008
Boas e más noticias (act)
24 de nov. de 2008
Duo Ouro Negro
13 de nov. de 2008
Ontem, hoje e amanhã
10 de nov. de 2008
Fica o aviso
24 de out. de 2008
Para já, mar flat (act)
23 de out. de 2008
Da reunião de Viena directamente para a bomba à porta de casa
A crise veio juntar a estes 3, um quarto factor. A necessidade, ou refúgio se preferirmos. Com os mercados em crise e sem conseguir prever os rumos dos produtos financeiros, muitos foram os investidores que se refugiaram no petróleo levando-o a preços record. O 30 de Junho de 2008 já vai longe e os preços da matéria-prima estão agora abaixo de metade do valor atingido, o que não agrada nada aos membros da OPEP, responsáveis por 40% da produção mundial e que vêem as suas receitas diminuir bruscamente. Assim, convocaram uma reunião de emergência para a próxima sexta da qual sairá certamente, um corte na produção. Estima-se que de 1 milhão de barris/dia, uma quantidade significativa que contudo, se espera incipiente no combate à conjuntura. A alta do dólar, o aumento de reservas e a baixa procura são tudo factores que contribuem para a manutenção dos preços baixos. A ajudar, fala-se na já incorporação deste corte no actual preço do petróleo.
Como tenho dito, é quase impossível fazer previsões com rigor nos tempos conturbados que vivemos mas... Acredito que este corte não venha trazer a alta dos preços de novo, mas um segundo golpe será lançado se o primeiro não funcionar e aí, o cartel conseguirá o seu objectivo, - petróleo a rondar os 100 USD.
22 de out. de 2008
Bom dia, por assim dizer
3 de out. de 2008
What goes around, comes around
22 de set. de 2008
Naïf
Mais vale prevenir...
Euribor em máximos e Petróleo a subir
A espaços, mesmo que temporalmente muito distantes, é importante parar e fazer a análise de tudo quanto foi deixado para trás. O Mercado não tem tempo para olhar para trás. Pensa no imediato e no futuro (ou futuros), - nunca no passado. Parindo deste pressuposto, que julgo ser aceite unanimemente, é fácil de perceber que cabe aos reguladores (Comissões de Gestão de Bolsa, Governos e Bancos Centrais) colocar travão ao filho reguila e castigá-lo se preciso for. Sem violência para não causar traumas mas de forma a que a lição seja aprendida. Só assim, é possível melhorar e prevenir erros passados. Nenhum dos reguladores se preocupou muito com o erro do menino. Ao invés, aumentaram-lhe a mesada e deixaram-no ir com um simples: “Não repetes, pois não?”.
Hoje, e após um fim de semana de descanso, já não há sinais da crise. O Mercado está de novo a trabalhar. As bolsas estão em terrenos positivos e passam assim, a falsa imagem de acalmia e ordem. Mas os players andam desconfiados. Conhecem-se e sabem que não podem confiar em ninguém. Tal desconfiança traduz-se num aumento do preço do dinheiro entre bancos. A mesma Euribor que indexa o Crédito Habitação do comum mortal é também referência inter-bancária. Seguindo a máxima “Mais risco, mais lucro” os grandes da banca Europeia usam inflações, só vistas em África e na América do Sul, para valorizar o seu dinheiro. A Euribor a 6 meses está no seu máximo histórico e as de 3 e 12 meses estão lá muito perto. Mais uma vez, quem paga a factura é o consumidor final, nós leia-se. Os empréstimos ficarão mais caros e o acesso mais dificultado. Mas há mais, as boas notícias não param. Apesar da subida ligeira das bolsas, é hoje uma incerteza muito grande o investimento. Os Mercados começam a virar-se para as comoditties e fazem disparar o preço do barril de petróleo. Das bolsas até aos postos de abastecimento é o tempo de um fósforo.
É bom saber que temos gente a cuidar de nós… Fico sempre muito mais descansado.
1 de set. de 2008
Gustav vs OPEP
Dizem os rapazes da metereologia que o Gustav está a perder força ao chegar à costa Norte-Americana. O tipo não tem definitivamente sangue russo e vai daí, acobardou-se. À partida, uma boa notícia para quem tem de abastecer o carro à custa da sua própria carteira. A ameaça deixa de existir e a recente trajectória ascendente do preço do petróleo tende a inverter-se. Mas a história não acaba aqui. Nem sequer o capítulo, que tem no próximo dia 9 mais um episódio chave. A reunião da OPEP. Era esperado um corte na produção para fazer o preço subir novamente. Este corte era praticamente uma certeza há uma semana atrás. Hoje, e com a subida imposta pelo Gustav, a reunião de amanhã é uma verdadeira incógnita. Prevejo um ligeiro corte que terá um impacte reduzido nos mercados mas... pelo sim pelo não, vou abastecer já hoje.
