Desta vez não é fundamentalismo.
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11 de fev. de 2009
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Desta vez não é fundamentalismo.
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4 de fev. de 2009
De preferência já jantadas
Deixar o filho na escola às sete e meia da manhã e voltar a vê-lo às sete da tarde é despejar a crinça no depósito e abdicar do acompanhamento do seu crescimento. Dirão que a sociedade e o ritmo de trabalho frenético isso obrigam mas ter uma criança é antes de mais um opção de vida. Eua admito que o meu egoísmo me impede até de pensar num yuppizinho. Era bom que outros o fizessem...
19 de jan. de 2009
É chato não ter onde os despejar
O mundo actual é mesmo assim. Das 9 às 5, os putos ficam na escola. Para os pais, mais importante do que aprenderem é estarem à guarda de alguem...
12 de jan. de 2009
Dos cheques carecas e afins...
Na semana passada, julgo eu, andava por aí uma Associação a clamar aos quatro ventos que a banca cobrava ilegalmente comissões pelos descobertos. Esqueceram-se de dizer que a banca cobra juros, e só juros, a quem tem conta-ordenado e consequentemente descoberto autorizado e cobra multas/comissões a quem não os tem. Independentemente do preço cobrado, que difere de banco para banco, é importante dizer que quem incorre em falta primeiramente, é o cliente que tenciona pagar o que não pode. Como o próprio nome indica, as multas só são pagas caso exista infracção pelo que todos podem evitar bastando para isso contrair despesas inferiores aos rendimentos auferidos, leia-se ter provisão na conta no momento da compensação. É evidente que os bancos não adiantam o dinheiro por altruismo nem são o papá que salva o filho em apuros mas é preferivel pagar uma multa ao banco do que figurar na lista do Banco de Portugal.
Já na altura tinha achado a queixa descabida mas a falta de tempo não me deixou comentar. O passar dos dias fez-me esquecer mas a noticia de hoje do Jornal de Noticias, que apanhei no Negócios, reavivou-me a memória. Poupo-lhe o trabalho de a ler e faço o resumo: 2 mil cheques carecas chegam à banca todos os dias. Não sou advogado do diabo mas acreditem que dá trabalho e despesa processar estas recusas de compensação. E que dizer do coitado que deposita o cheque, fica sem o dinheiro e ainda paga as despesas de devolução? Esse teria mil vezes mais razões para protestar e não o faz. Porquê? Porque respeita o trabalho dos outros... algo que a falta de vergonha e sentido de responsabilidade de quem não honra os seus compromissos impede.
22 de dez. de 2008
Do sentimento de impunidade
Não é de hoje a divisão entre lorpas e espertinhos. Um Estado profundamente burocrático, mesmo com o simplex, e desorganizado cria uma malha tão larga que só não foge quem não sabe, ou pior, quem não quer. Para cada Português que paga e honra os seus compromissos, há 20 que o não fazem... impunemente. Leis e taxas são como o Sol... quando nascem são para todos...
4 de dez. de 2008
Tempo de crise
Se fôr dos que gosta de comprar o café na boutique Nespresso, - o conceito loja está demodé e não é consentâneo com a imagem da marca, prepare-se para filas acima das 200 pessoas. Foi assim ontem...
PS - Parece que este Natal trouxe o conceito das águinhas para o café. A Nespresso já comercializa, em série especial mais cara óbviamente, café aromatizados com tangerina, caramelo e gengibre. O primeiro é pura e simplesmente uma merda. Mas comprem e provem que a economia não pode parar...
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Yuppie Boy
16 de out. de 2008
Coisas realmente importantes
Não é de espantar esta notícia do Público. É uma situação grave e reveladora da forma como a sociedade portuguesa encara os problemas da sexualidade. Desde os pais ao mais básico programa de entretenimento juvenil (ex: Morangos com Açucar), as questões relacionadas com a sexualidade são tratadas de forma leviana, com muito receio e vergonha por quem será mais responsável.
A ignorância em que o país foi vivendo potenciou um desconforto muito grande na abordagem natural da sexualidade. O sexo foi sempre encarado como o mais íntimo segredo do Homem, sendo que da intimidade para o segredo e vergonha de abertura vai uma grande diferença, e o caminho certo para um sem número de chatices.
Se a utilização prática da contracepção é um mistério para muitos, imaginemos a noção de contágio de doenças para não falar da mais básica responsabilidade que é gerar uma criança.
Um dos motivos porque me opus ao aborto foi exactamente este. Não quero com isto vir levantar novamente a discussão, até porque os resultados têm sido, de certa forma positivos e equilibrados, ao que me parece (não sou conhecedor profundo dos dados oficiais).
Uma sociedade forte é também uma sociedade consciente e aberta. O conservadorismo faz-se da preservação da espécie e não da sua deturpação. Esta situação é, portanto, grave e é importante que o Estado (todos nós) caminhemos no sentido de maior atenção, preocupação, informação e ajuda. É essencial perder a vergonha e perguntar.
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12 de out. de 2008
Da Instituição enquanto modelo de organização social - o casamento
A sociedade ocidental foi, ao longo dos tempos descobrindo um modelo adequado à sua maior estabilidade e evolução progressiva. O objectivo do Homem sempre foi preservar-se a si e aos seus. É neste sentido que surge a lei civil, de forma a regular todos as relações contratuais. No fundo, trata-se de organizar a sociedade e dar aos seus cidadãos a segurança necessária para a persecução de um bem comum.
É, portanto, um facto que a sociedade tem de se organizar. Para muitos, o modelo instituído pode não ser o melhor ou mais adequado aos seus interesses, mas foi sempre baseado na relação maioria/minoria que ele se estabeleceu.
Se por um lado a lei quer-se geral e abstracta, por outro - sem relativismos - quer também que se trate por igual o que é igual e por diferente o que é diferente.
Com efeito, as relações jurídicas reguladas pela lei civil pressupõem sempre uma ideia de igualdade quando os contraentes estão em pé de igualdade e uma ideia de desigualdade quando estão em patamares diferentes, ou posições diferentes, se preferirem. Acima de tudo, a lei civil deve regular objectivamente essas posições deixando a nu as diferenças óbvias, protegendo-as.
Um dos pilares fundamentais da nossa lei civil é o direito da família. Dentro daquilo que a Humanidade foi concluindo que seria o melhor modelo a seguir para a sua continuidade, o direito da família baseia-se na constituição da mesma por um homem e uma mulher - o dualismo natural essencial para a continuidade. Tanto por motivos biológicos - a não ser que alguém queira dizer que isso não é certo e que no fundo somos todos homossexuais, como eu já ouvi - como por motivos sociológicos e até religiosos, o instituto do casamento, que protege a criação da família no sentido jurídico, nasceu desse dualismo homem/mulher. Inevitavelmente, a regulação incidiu sobre essa relação especificamente, como quem faz uma peça para um Renault e não para um Fiat.
Torna-se lógico pensar que se a lei está feita para aquele género, modificá-la será descaracterizá-la na sua génese, e como tal a noção de casamento deixa de existir para passar a ser outra coisa qualquer.
Destruir a protecção de uma situação jurídica específica pela igualdade ilógica não só é um capricho como falta de inteligência e no limite de boa vontade. A ideia de igualdade baseada no amor não é compatível com a organização destes institutos porque o seu fundamento é organizacional e não emocional.
Se o instituto está a morrer, isso é uma coisa que se pode discutir. Alterá-lo por motivos emocionais é que não.
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24 de set. de 2008
O país em boas mãos
Quando leio que em Portugal a economia paralela representa sensivelmente 20% do PIB e que somos o 32º país do Mundo menos corrupto (caímos 4 postos desde o ano passado) começo a perceber noticias como esta.
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Yuppie Boy
23 de set. de 2008
E aí está mais um caso...
Sempre tive medo de armas. Medo nos dois sentidos. Ferir e ser ferido. Provavelmente, atemoriza-me até mais o primeiro. Por isso, acho que a posse de arma deve ser exclusiva das forças militares e de segurança. Fora estes dois grupos, só casos muito esporádicos, com intenções muito bem explicadas e devidamente investigadas. Saber que o miúdo que hoje "supostamente" assassinou 9 pessoas tinha uma licença temporária (Que raio é uma licença temporária de uso e porte de arma? Se cumprir o tempo sem matar ninguém torna-se vitalicia?) e se pavoneava no Youtube com o seu brinquedo não me deixa minimamente confortável. Saber que a policia Finlandesa já o tinha abordado e nada fez, muito menos.
11 de jul. de 2008
3 de jul. de 2008
Não há direito(a)
Anda mesmo tudo a atacar a Senhora. E logo ela que é a salvação do país e do mundo.
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Yuppie Boy
19 de jun. de 2008
Igreja tem dificuldade em responder a todos os pedidos de ajuda
E que tal usarem o gigantesco espólio do Museu (tipo armazém) de Fátima? Não? Ah pois, isso é so para consumo interno...
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Yuppie Boy
2 de jun. de 2008
A greve dos pescadores
Os pescadores são hoje uma classe sozinha no país. O ministro não lhes liga. O país vai comendo um franguito, que até é mais barato, enquanto não volta o peixe fresco. Os peixeiros marimbam-se e vão comprar onde o vendem, Espanha se preciso fôr. Não contentes em terem perdido já a guerra, querem agora impôr-se pela força. Lamentável
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Yuppie Boy
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