20 de fev de 2009

Da pequenez

Em todo o processo Qimonda, que é sem dúvida preocupante e que terá impactos graves na região e no país se não tiver um final feliz, é incrivel o papel reservado ao ministro Manuel Pinho. É certo que o Ministro da Economia, seja ele qual fôr, deve espalhar optimismo, enaltecer o bom trabalho e criar as condições necessárias ao investimento mas Pinho exagera. É precipitado, trapalhão e acima de tudo ingénuo. Havia, e há, muito pouco a fazer na Qimonda. Sendo certo que em Portugal não há investidores com envergadura suficiente para abarcar tamanho projecto fica claro de que tudo quanto possamos fazer se resume ao polo de produção Português, - grande (enorme mesmo) para nós, pequeno para a Qimonda. Prometer a sua manutenção, lançar optimismo não sustentado para no fim falhar - à semelhança de trapalhadas passadas (o fracasso Embraer está por horas) - são machadadas na confiança, cujo défice é mil vezes superior ao orçamental, já de si grande. Apelar a dEUS tambem não ajuda.

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