28 de out. de 2008
Juntos ou separados?
27 de out. de 2008
Dos telhados de vidro
A minha almofada é melhor que a tua...
Previsto e imprevisto
Por razões óbvias não vou colocar o link para o curso.
1 + 1 = 2
26 de out. de 2008
OE 2009 - Salário Minímo
24 de out. de 2008
O Rei do timing II
Esta gente só pode ser estúpida
O Rei do timing
Para já, mar flat (act)
20 em 20
Não há problema, nós pagamos
23 de out. de 2008
A seu bel prazer
Euribor, porque baixas tão pouquinho?
Da reunião de Viena directamente para a bomba à porta de casa
A crise veio juntar a estes 3, um quarto factor. A necessidade, ou refúgio se preferirmos. Com os mercados em crise e sem conseguir prever os rumos dos produtos financeiros, muitos foram os investidores que se refugiaram no petróleo levando-o a preços record. O 30 de Junho de 2008 já vai longe e os preços da matéria-prima estão agora abaixo de metade do valor atingido, o que não agrada nada aos membros da OPEP, responsáveis por 40% da produção mundial e que vêem as suas receitas diminuir bruscamente. Assim, convocaram uma reunião de emergência para a próxima sexta da qual sairá certamente, um corte na produção. Estima-se que de 1 milhão de barris/dia, uma quantidade significativa que contudo, se espera incipiente no combate à conjuntura. A alta do dólar, o aumento de reservas e a baixa procura são tudo factores que contribuem para a manutenção dos preços baixos. A ajudar, fala-se na já incorporação deste corte no actual preço do petróleo.
Como tenho dito, é quase impossível fazer previsões com rigor nos tempos conturbados que vivemos mas... Acredito que este corte não venha trazer a alta dos preços de novo, mas um segundo golpe será lançado se o primeiro não funcionar e aí, o cartel conseguirá o seu objectivo, - petróleo a rondar os 100 USD.
22 de out. de 2008
Piadas que a crise trouxe
Bom dia, por assim dizer
O regresso do Jacinto
21 de out. de 2008
OE 2009 - O FIIAH desmontado
Esta medida terá mais impacto quanto maior for o prazo do empréstimo. Contas feitas, salvaguardando que os casos-tipo não passam disso mesmo e que portanto, especificidades diferentes levam a resultados diferentes, esta medida só começa a compensar verdadeiramente para empréstimos acima dos 30 anos. Tentando explicar, para empréstimos abaixo dos 25 anos, 20% da prestação (e isto no início, - vai aumentando), é para amortização do capital em divida e os restantes 80% para juros. Ou seja, pagamos 20% a mais em valor, mas abatemos 20% à divida. Tradução: abaixo dos 25 anos de empréstimo só compensa se o orçamento familiar estiver mesmo, mesmo mesmo, no limite. Já acima dos 30 anos, e de uma forma exponencial, a medida pode surtir efeitos. A percentagem de amortização de capital é tão mais baixa quanto maior for o número de anos do empréstimo e portanto, a diferença entre o que se perde em não amortizar e o que se ganha em diminuição do valor da nova renda, compensa.
Este fundo, de sigla comprida e que ainda não decorei, liberta as famílias de um outro encargo pesado para a sua bolsa. O seguro de vida, obrigatório no Crédito Habitação. Este seguro pode ser muito pesado no valor da prestação a pagar. O seu comportamento varia com a idade do titular e montante em divida do empréstimo. A idade pesa mais pelo que esta medida favorecerá mais famílias de idades mais elevadas.
Estes dois factores, parecem compensar-se. Se por um lado os jovens têm maiores prazos de empréstimo e portanto beneficiam mais, os mais velhos beneficiam grandemente com o desaparecimento do seguro.
No que toca a isenções e incentivos fiscais, a medida parece-me mais atractiva para os fundos do que propriamente para as famílias. Exceptuando-se a isenção de taxação das mais-valias, o que se poupa no IRS com a renda é o que se perde no IRS com o desaparecimento do Crédito Habitação.
O post é longo e algo técnico pelo que desde já me disponibilizo para estar, ainda mais, atento à caixa de comentários e responder a qualquer dúvida. A pressa e algum desconhecimento, faz com que também esteja aberto a correcções ou complementos.
Há um longo caminho ainda II...
Foi-se o argumento II...
20 de out. de 2008
Há um longo caminho ainda...
A maior economia do mundo está a abrandar
Soluções estapafúrdias para acabar com a abstenção
Açores a 6 cores
19 de out. de 2008
Da irresponsabilidade
Brejeirice
- http://5dias.net/2008/10/14/credibilidade/
- http://5dias.net/2008/10/15/uma-gravidez-histerica/
- http://5dias.net/2008/10/15/dos-filhos-da-puta/
e ainda este comentário de Nuno Ramos de Almeida: "Caro V, Tem toda a razão. Dizer mal do governo é a mãe de todos os pecados e, sobretudo, do grande líder. Dá cabo de tudo. Até de blogues." no seguinte post:
- http://5dias.net/2008/10/16/gostamos-mesmo-e-de-governos-fortes/#comments
18 de out. de 2008
Shame on you boy
OE 2009 - Imposto sobre Veículos
Em resumo, menos para os não poluentes, mais para os poluentes. Estes últimos são a grande maioria e o desincentivo do Estado agrava ainda a baixa de procura fruto da previsível recessão. Menos carros vendidos e receita aquém do estimado. Má decisão a meu ver. A forte componente ambiental livra a medida de um sinal vermelho.
Sugestão

17 de out. de 2008
OE 2009 - Fundo de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional
Orçamento fala 642 vezes em despesa e uma em realismo
Até que enfim, uma boa notícia
16 de out. de 2008
OE 2009 - Aumento dos salários da função pública
Coisas realmente importantes
Politics
15 de out. de 2008
A dúvida
As 7 vidas do menino guerreiro
Pior que o cego, só o que não quer ver
14 de out. de 2008
Eleições todos os anos, JÁ!!!
Foi-se o argumento...
A luz ao fundo do túnel?
Prós e Contras
13 de out. de 2008
O regresso
12 de out. de 2008
Da Instituição enquanto modelo de organização social - o casamento
10 de out. de 2008
Da coragem
8 de out. de 2008
Deixa-me adivinhar: são portugueses e estamos a exportar para resolver a crise internacional
7 de out. de 2008
Poupanças? Quais poupanças?
Um capricho estúpido
O homem de quem se fala*
«As poupanças dos portugueses estão garantidas pelo Estado, mas o Estado cumpre o seu dever também apoiando as famílias e, em particular, as mais carenciadas»
6 de out. de 2008
5 de out. de 2008
A way of life!
E o que tem este vídeo a ver com o Sociedade em Comandita? Não diz mal do Sòcras, nem do Bush, não diz mal do mercado, nem pretende provocar a blogosfera... O que está este post aqui a fazer então? Não interessa. Isto de ser o anarca, mais ou menos ausente, do blogue tem de ter estas vantagens, colocar um post absolutamente nada a ver com o resto do que é escrito.
Assim de repente
4 de out. de 2008
He's alive, he's alive
3 de out. de 2008
O plano Paulson está aí...
Amigos como dantes
Joe Biden mostrou experiência, apenas a suficiente para não cair na presunção. Sarah não cometeu erros. O primeiro ganhou, mas a segunda não perdeu...What goes around, comes around
2 de out. de 2008
Esperemos por melhores dias...
O Mercado onde ele mais doi
A operação de cosmética
1 de out. de 2008
Resultados Operacionais
30 de set. de 2008
O que dizia ontem, reafirmo hoje
Luta de Galos
Ontem, na Câmara dos Representantes, discutiu-se mais política do que economia. Marcar posição e escolher o poleiro mais alto foi mais importante do que apresentar uma solução aos Americanos. Kucinich foi disto bom exemplo. Liderou a maioria que chumbou o documento e marcou mais uma vez pontos. A política ganhou à economia. Veremos até quando...
29 de set. de 2008
O balde de água gelada
Ainda a América
É tempo de mudar a estratégia
Seguindo as pistas da Blue...
Millennium sempre em grande
27 de set. de 2008
N'América
Main Street
Hoje, vou abastecer
26 de set. de 2008
Cálculos de sexta à tarde bem antes das 19
O valor da expressão "a montante"
Para os que acham que o Estado é a salvação
25 de set. de 2008
Maria de Lurdes e os árbitros II
Sócrates faz lembrar os árbitros que se esquecem dos cartões no balneário. Maria de Lurdes é o Paulinho Santos do governo é dá canelada atrás de canelada (esta é só mais uma). Se não há cartões, admoestação verbal...
E depois? Era permitido à data...
Maria de Lurdes e os árbitros
Serão só os juros?
24 de set. de 2008
Naïf ou pura irresponsabilidade
Livrais-nos sR de todo o LP...
O país em boas mãos II
O país em boas mãos
23 de set. de 2008
E aí está mais um caso...
Os primeiros
22 de set. de 2008
Naïf
Mais vale prevenir...
Euribor em máximos e Petróleo a subir
A espaços, mesmo que temporalmente muito distantes, é importante parar e fazer a análise de tudo quanto foi deixado para trás. O Mercado não tem tempo para olhar para trás. Pensa no imediato e no futuro (ou futuros), - nunca no passado. Parindo deste pressuposto, que julgo ser aceite unanimemente, é fácil de perceber que cabe aos reguladores (Comissões de Gestão de Bolsa, Governos e Bancos Centrais) colocar travão ao filho reguila e castigá-lo se preciso for. Sem violência para não causar traumas mas de forma a que a lição seja aprendida. Só assim, é possível melhorar e prevenir erros passados. Nenhum dos reguladores se preocupou muito com o erro do menino. Ao invés, aumentaram-lhe a mesada e deixaram-no ir com um simples: “Não repetes, pois não?”.
Hoje, e após um fim de semana de descanso, já não há sinais da crise. O Mercado está de novo a trabalhar. As bolsas estão em terrenos positivos e passam assim, a falsa imagem de acalmia e ordem. Mas os players andam desconfiados. Conhecem-se e sabem que não podem confiar em ninguém. Tal desconfiança traduz-se num aumento do preço do dinheiro entre bancos. A mesma Euribor que indexa o Crédito Habitação do comum mortal é também referência inter-bancária. Seguindo a máxima “Mais risco, mais lucro” os grandes da banca Europeia usam inflações, só vistas em África e na América do Sul, para valorizar o seu dinheiro. A Euribor a 6 meses está no seu máximo histórico e as de 3 e 12 meses estão lá muito perto. Mais uma vez, quem paga a factura é o consumidor final, nós leia-se. Os empréstimos ficarão mais caros e o acesso mais dificultado. Mas há mais, as boas notícias não param. Apesar da subida ligeira das bolsas, é hoje uma incerteza muito grande o investimento. Os Mercados começam a virar-se para as comoditties e fazem disparar o preço do barril de petróleo. Das bolsas até aos postos de abastecimento é o tempo de um fósforo.
É bom saber que temos gente a cuidar de nós… Fico sempre muito mais descansado.







