6 de nov. de 2008
O posto da antiguidade
Questão matinal?
5 de nov. de 2008
Quanta estupidez
Da campanha com piada às demonstrações abjectas

Uma culpa poligâmica
The day after
Obama é o novo Presidente dos Estados Unidos, que para quem não sabe continua a ser o país mais poderoso do mundo e pelo qual o velho Ocidente se orienta a todos os níveis.
Como o mundo não se faz só de factores financeiros, ao contrário do que pensam algumas pessoas que não devem perceber muito bem o que andam a fazer no planeta Terra, a relevância desta eleição para nós é muita. Para já ela significa um corte com a administração anterior, ao passo que McCain poderia não o fazer e esse receio parece lógico depois da escolha de Sarah Palin.
Esse corte com os oito anos de Bush significa em grande parte uma política ambiental diferente, uma política militar diferente, uma política diplomática diferente, uma política económica - veremos se - diferente.
Países em vias de desenvolvimento serão a saída?
4 de nov. de 2008
As contradições de yuppie boy
"Enquanto discutirmos cargos e não discutirmos penalizações não conseguiremos mais do alimentar uma classe política podre que se vai revezando entre si." post escrito às 15:57, hoje, dia 4 de Novembro.
Incoerência, populismo ou necessidade de agradar nos comentários?
Da (des)responsanbilização
E agora, também devia estar calada?
Lá está ela a mentir outra vez
Election day
BPN II - a "nacionalização"
Faltou mea culpa
3 de nov. de 2008
O resto
What happened to Pinto Monteiro?
Teoria de conspiração
Portugal vs. PSD 2009
Caladinha era uma Senhora
BPN I
A semana passada, dizia Paula Teixeira da Cruz que o que se passava no PSD em Lisboa era caso de polícia. Hoje, é a minha vez de dizer que o que se passa no BPN é, mais do que um problema financeiro, um caso de polícia. É verdade que financeiramente o BPN está pelas ruas da amargura e corria sérios riscos de deixar de cumprir as suas obrigações mas não é menos verdade que o reinado de José Oliveira e Costa foi um período de lucros record obtidos a partir de uma amálgama de empresas fora da área de negócio principal e de sucesso muito duvidoso. As áreas de acção vão da cerâmica à saúde, passando pelo turismo, agricultura e muitas outras (ver mais aqui). Quem conhece as empresas que constituem o grupo, sabe o quanto foi nelas investido e quanto elas poderiam facturar. A investimentos avultadíssimos, corresponderam sempre elefantes brancos, sorvedouros de dinheiro que estranhamente apresentavam lucros, -em algumas empresas do grupo, passam-se mesmo dias sem que seja carregado um camião. Não existia sequer o pudor de esconder o esquema. A administração de José Oliveira e Costa foi mesmo isso, - um esquema continuo alimentado por lucros fictícios na área empresarial e uma banca em grande expansão. É difícil de calcular o prejuízo que deixa a accionistas e contribuintes mas é uma certeza de que o valor desse prejuízo terá quase tantos zeros quanto negócios tem a SLN. Mas Oliveira e Costa é um intocável. Faz parte do grupo que acompanhou Cavaco em dois mandatos à frente do Governo Português. Um grupo onde a maioria andou sempre no limiar da ilegalidade. Uma corja que governou em tempo de vacas obesas em proveito próprio e espalhou o tentáculo pela sociedade Portuguesa. Sabemos onde é o lugar de Oliveira e Costa… Duvido que o país tenha tal sorte mas uma investigação célere e exaustiva é urgente e obrigatória.
Acabada de chegar
- Não tem provisão!
Pergunta o cliente:
- Não? Mas o cheque ou o banco?
Não faz sentido por piadas de mail no blog, mas esta era irresistível
2 de nov. de 2008
Por uma unha negra
Foi hoje anunciada pelo PM a nova maioria de 2009
Cadilhe ainda tentou mas... (act)
Alguém está a precisar é de um tau-tau
Novo New Deal exigia um melhor «dealer»
O intervencionismo estatal do presidente George W. Bush tem pouco ou nada a ver com a experiência do New Deal que Franklin D. Roosevelt levou a cabo para enfrentar a Grande Depressão dos Anos 30. Bush tenta salvar empresas em quebra; Roosevelt procurava reconstruir o conjunto da economía dos seu país e, em primeiro lugar, elevar o nível de vida dos própios cidadãos. Não fica mal então uma breve síntese daquela experiência, que o recente Prémio Nobel, Paul Krugman, recomenda tomar como agenda para o novo governo dos EUA. Tendo sempre em conta, claro, as diferenças de época e problemáticas envolvidas, ainda que a dinâmica da acumulação continue em muitos aspectos similar.
Mario Rapoport, economista e historiador, no Página12.
1 de nov. de 2008
Dos telhados de vidro
Canção de embalar
31 de out. de 2008
E estava à espera de quê?
Vem aí mais uma descida da taxa referência do BCE
31 de Outubro - dia mundial da poupança
A culpa é do "Magalhães"
30 de out. de 2008
Só uma achega...
Reorganização estratégica
Os links gerais vão ficar órfãos. Desaparecem e no seu lugar serão colocadas as parcerias estratégicas. Grosso modo, blogs, ou outros sites, que de uma forma ou de outra contribuam ou complementem o SC.
Os primeiros blogues são o Afilhado e o Imhotep Portugal. Outros se seguirão...
O fim do mito
Obrigações
Obrigar a realizar uma homenagem? Que sentido faz isto?
Zapatero anda há mais de uma semana a tentar fazer parte do grupo de países que se vai encontrar para debater a crise económica global, recolhendo apoios para que Bush se deixe de tretas e convide uma das dez maiores economias do Mundo.
Que tipo de papel, e que força, terá ZP quando chegar à cimeira, depois de todas as cedências que teve de fazer para ser convidado?
29 de out. de 2008
3 em baixa, 1 em alta, 1 indeciso
A confirmação
Vergonhoso, MFL, vergonhoso
"Não gosto de discutir décimas, quando estou a falar de ordenados de 400 e poucos euros, vejo muita gente a discutir essas décimas, porque infelizmente não sabe o que é viver com esse dinheiro, eu também não sei, mas procuro ser humilde na minha resposta."
Da previsibilidade
28 de out. de 2008
O Mercado a pressionar
Culpados é que não existem...
Juntos ou separados?
27 de out. de 2008
Dos telhados de vidro
A minha almofada é melhor que a tua...
Previsto e imprevisto
Por razões óbvias não vou colocar o link para o curso.
1 + 1 = 2
26 de out. de 2008
OE 2009 - Salário Minímo
24 de out. de 2008
O Rei do timing II
Esta gente só pode ser estúpida
O Rei do timing
Para já, mar flat (act)
20 em 20
Não há problema, nós pagamos
23 de out. de 2008
A seu bel prazer
Euribor, porque baixas tão pouquinho?
Da reunião de Viena directamente para a bomba à porta de casa
A crise veio juntar a estes 3, um quarto factor. A necessidade, ou refúgio se preferirmos. Com os mercados em crise e sem conseguir prever os rumos dos produtos financeiros, muitos foram os investidores que se refugiaram no petróleo levando-o a preços record. O 30 de Junho de 2008 já vai longe e os preços da matéria-prima estão agora abaixo de metade do valor atingido, o que não agrada nada aos membros da OPEP, responsáveis por 40% da produção mundial e que vêem as suas receitas diminuir bruscamente. Assim, convocaram uma reunião de emergência para a próxima sexta da qual sairá certamente, um corte na produção. Estima-se que de 1 milhão de barris/dia, uma quantidade significativa que contudo, se espera incipiente no combate à conjuntura. A alta do dólar, o aumento de reservas e a baixa procura são tudo factores que contribuem para a manutenção dos preços baixos. A ajudar, fala-se na já incorporação deste corte no actual preço do petróleo.
Como tenho dito, é quase impossível fazer previsões com rigor nos tempos conturbados que vivemos mas... Acredito que este corte não venha trazer a alta dos preços de novo, mas um segundo golpe será lançado se o primeiro não funcionar e aí, o cartel conseguirá o seu objectivo, - petróleo a rondar os 100 USD.
22 de out. de 2008
Piadas que a crise trouxe
Bom dia, por assim dizer
O regresso do Jacinto
21 de out. de 2008
OE 2009 - O FIIAH desmontado
Esta medida terá mais impacto quanto maior for o prazo do empréstimo. Contas feitas, salvaguardando que os casos-tipo não passam disso mesmo e que portanto, especificidades diferentes levam a resultados diferentes, esta medida só começa a compensar verdadeiramente para empréstimos acima dos 30 anos. Tentando explicar, para empréstimos abaixo dos 25 anos, 20% da prestação (e isto no início, - vai aumentando), é para amortização do capital em divida e os restantes 80% para juros. Ou seja, pagamos 20% a mais em valor, mas abatemos 20% à divida. Tradução: abaixo dos 25 anos de empréstimo só compensa se o orçamento familiar estiver mesmo, mesmo mesmo, no limite. Já acima dos 30 anos, e de uma forma exponencial, a medida pode surtir efeitos. A percentagem de amortização de capital é tão mais baixa quanto maior for o número de anos do empréstimo e portanto, a diferença entre o que se perde em não amortizar e o que se ganha em diminuição do valor da nova renda, compensa.
Este fundo, de sigla comprida e que ainda não decorei, liberta as famílias de um outro encargo pesado para a sua bolsa. O seguro de vida, obrigatório no Crédito Habitação. Este seguro pode ser muito pesado no valor da prestação a pagar. O seu comportamento varia com a idade do titular e montante em divida do empréstimo. A idade pesa mais pelo que esta medida favorecerá mais famílias de idades mais elevadas.
Estes dois factores, parecem compensar-se. Se por um lado os jovens têm maiores prazos de empréstimo e portanto beneficiam mais, os mais velhos beneficiam grandemente com o desaparecimento do seguro.
No que toca a isenções e incentivos fiscais, a medida parece-me mais atractiva para os fundos do que propriamente para as famílias. Exceptuando-se a isenção de taxação das mais-valias, o que se poupa no IRS com a renda é o que se perde no IRS com o desaparecimento do Crédito Habitação.
O post é longo e algo técnico pelo que desde já me disponibilizo para estar, ainda mais, atento à caixa de comentários e responder a qualquer dúvida. A pressa e algum desconhecimento, faz com que também esteja aberto a correcções ou complementos.
Há um longo caminho ainda II...
Foi-se o argumento II...
20 de out. de 2008
Há um longo caminho ainda...
A maior economia do mundo está a abrandar
Soluções estapafúrdias para acabar com a abstenção
Açores a 6 cores
19 de out. de 2008
Da irresponsabilidade
Brejeirice
- http://5dias.net/2008/10/14/credibilidade/
- http://5dias.net/2008/10/15/uma-gravidez-histerica/
- http://5dias.net/2008/10/15/dos-filhos-da-puta/
e ainda este comentário de Nuno Ramos de Almeida: "Caro V, Tem toda a razão. Dizer mal do governo é a mãe de todos os pecados e, sobretudo, do grande líder. Dá cabo de tudo. Até de blogues." no seguinte post:
- http://5dias.net/2008/10/16/gostamos-mesmo-e-de-governos-fortes/#comments
18 de out. de 2008
Shame on you boy
OE 2009 - Imposto sobre Veículos
Em resumo, menos para os não poluentes, mais para os poluentes. Estes últimos são a grande maioria e o desincentivo do Estado agrava ainda a baixa de procura fruto da previsível recessão. Menos carros vendidos e receita aquém do estimado. Má decisão a meu ver. A forte componente ambiental livra a medida de um sinal vermelho.
Sugestão

17 de out. de 2008
OE 2009 - Fundo de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional
Orçamento fala 642 vezes em despesa e uma em realismo
Até que enfim, uma boa notícia
16 de out. de 2008
OE 2009 - Aumento dos salários da função pública
Coisas realmente importantes
Politics
15 de out. de 2008
A dúvida
As 7 vidas do menino guerreiro
Pior que o cego, só o que não quer ver
14 de out. de 2008
Eleições todos os anos, JÁ!!!
Foi-se o argumento...
A luz ao fundo do túnel?
Prós e Contras
13 de out. de 2008
O regresso
12 de out. de 2008
Da Instituição enquanto modelo de organização social - o casamento
10 de out. de 2008
Da coragem
8 de out. de 2008
Deixa-me adivinhar: são portugueses e estamos a exportar para resolver a crise internacional
7 de out. de 2008
Poupanças? Quais poupanças?
Um capricho estúpido
O homem de quem se fala*
«As poupanças dos portugueses estão garantidas pelo Estado, mas o Estado cumpre o seu dever também apoiando as famílias e, em particular, as mais carenciadas»

